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Resenha: O Cavalo Amarelo - Agatha Christie

  • Foto do escritor: Talita Chahine
    Talita Chahine
  • 13 de abr.
  • 1 min de leitura

Um mistério envolvente que brinca com o sobrenatural e prova que o óbvio pode ser a resposta mais perigosa!

Oi gente...

Tudo bem com vocês ??


Esse livro me surpreendeu demais. Eu realmente não estava esperando por esse desfecho — e talvez essa seja uma das maiores qualidades dessa história.


Tudo começa quando um pastor é assassinado em uma ruela escura, com um golpe violento na cabeça. Pouco antes do crime, ele havia saído da casa de uma senhora moribunda, que, em seus últimos momentos, mencionou alguns nomes misteriosos. Antes que pudesse explicar o significado deles, ela morre.


O assassinato do pastor parece, à primeira vista, uma simples queima de arquivo. O que o criminoso não imaginava é que o pastor, precavido, havia anotado os nomes e escondido o papel dentro do próprio sapato. A lista é encontrada, e uma investigação começa.


Dessa vez, não temos os detetives clássicos de Agatha Christie à frente do caso. Quem acaba se envolvendo é Ariadne Oliver, uma escritora de romances policiais — praticamente um alter ego da própria autora —, que investiga os acontecimentos ao lado de um amigo.

O mistério se aprofunda quando pessoas cujos nomes constam na lista começam a morrer sem nenhuma explicação aparente. Em determinado momento, chega-se até a cogitar algo sobrenatural, o que aumenta ainda mais a tensão da narrativa.


E é justamente aí que Agatha Christie brilha: quando tudo parece complexo demais, a solução se revela simples, lógica e perturbadora. Um desfecho que faz a gente pensar: como eu não percebi isso antes?

 
 
 

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