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Good Grief - Sara Goodman Confino

  • Foto do escritor: Talita Chahine
    Talita Chahine
  • 1 de jun.
  • 2 min de leitura

Uma jovem viúva e sua sogra enfrentam o luto, os julgamentos sociais e descobrem que recomeçar pode ser possível — e até divertido.


Oi gente...

Tudo bem com vocês ??


Se tem uma coisa que já aprendi lendo Sara Goodman Confino é que seus livros nunca saem da gente do mesmo jeito que entraram. E Good Grief é exatamente isso: uma história leve na superfície, mas profundamente transformadora por dentro.


Aqui conhecemos Barbara, uma jovem viúva que perdeu o marido cedo demais.


Mesmo financeiramente amparada, ela está emocionalmente perdida. Criar dois filhos sozinha em 1963 não é apenas desafiador — é quase um escândalo social.


Durante dois anos, sua mãe foi seu porto seguro. Mas quando essa ajuda vai embora, quem chega para “salvar o dia” é justamente a pessoa que ela menos queria por perto: sua sogra, Ruth.


E o choque é imediato.


Barbara vê cada gesto de Ruth como crítica. Cada conselho soa como julgamento. Cada intervenção parece uma prova de que ela não é capaz de cuidar da própria vida. Só que Ruth também carrega suas cicatrizes: perdeu o marido cedo e precisou criar um filho sozinha numa sociedade ainda menos acolhedora para mulheres independentes.


Estamos falando de 1963 — uma época em que a expectativa era clara: mulheres deveriam ser casadas, discretas e dependentes. Viúvas jovens? Um problema social.


O que começa como um embate divertido entre nora e sogra rapidamente se transforma em algo maior. Em um momento de puro desespero (e comédia), Barbara decide que a melhor forma de se livrar da sogra é arrumar um marido para ela. Um plano completamente furado — e absolutamente delicioso de acompanhar. Mas Ruth não é ingênua, e responde à altura.


Entre provocações, encontros inesperados e situações constrangedoras, as duas começam a enxergar uma na outra algo que antes era invisível: dor, solidão e, principalmente, força.

Good Grief fala sobre luto, sim — mas também sobre segundas chances. Sobre recomeços. Sobre como amar novamente pode parecer impossível… até não ser mais.


É uma história sobre mulheres que aprendem que independência não significa solidão. E que apoio nem sempre vem na embalagem que a gente gostaria.


E, como sempre acontece com a Sara, a gente termina o livro diferente do que começou. 💛

 
 
 

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